Serpentina para o controle de temperatura em depósito de vinho

CONTROLE DE TEMPERATURA DEPÓSITO DE VINHO OTIMIZAÇÃO DO CONTROLE DE TEMPERATURA EM DEPÓSITOS DE CULTIVO Um dos maiores produtores de vinhos espumantes implementou um sistema de controle de temperatura para 23 depósitos de cultivo com uma capacidade total de 142.000 litros, com o objetivo de garantir uma fermentação ótima e manter a qualidade do produto final. Este projeto concentrou-se nos processos realizados nas chamadas granjas de leveduras, duas salas onde ocorre a fermentação durante cinco dias a uma temperatura estrita de 18 a 20 ºC. Composição e condições do processo  O fluido presente nos depósitos é composto por uma solução de vinho, de licor de tiragem (um xarope rico em açúcares) e leveduras. Esta combinação é essencial para a fermentação, pois as leveduras transformam os açúcares do licor em álcool e dióxido de carbono, produzindo a espuma característica do vinho espumante. Manter a temperatura do fluido dentro da faixa especificada é crucial para garantir uma fermentação controlada e de alta qualidade. Sistema de troca de calor com serpentinas internas Para obter este controle térmico, foram introduzidas serpentinas de troca de calor dentro dos depósitos. Estas serpentinas, feitas de aço inoxidável AISI 316 com eletropolimento, proporcionam excelente resistência à corrosão e garantem a máxima higiene, dois fatores essenciais na produção de vinhos espumantes. As serpentinas são certificadas pela norma MOCA (Materiais em Contato com Alimentos), garantindo que os materiais utilizados atendam aos requisitos de segurança alimentar. Design personalizado sem conexões CLAMP Todos os componentes do sistema foram projetados sob medida para se ajustarem perfeitamente às características dos depósitos e às necessidades do cliente. Um design que elimina a necessidade de conexões CLAMP foi escolhido, reduzindo o risco de vazamentos e simplificando a limpeza e a manutenção do sistema. Esta abordagem personalizada também maximizou a eficiência da troca de calor e otimizou o controle de temperatura durante todo o processo de fermentação. Benefícios das serpentinas de troca de calor A adoção deste sistema proporcionou várias vantagens operacionais: Estabilidade Térmica: Manter uma temperatura constante dentro da faixa estabelecida foi fundamental para garantir uma fermentação homogênea e de qualidade. Eficiência Energética: As serpentinas de aço inoxidável com eletropolimento oferecem condutividade térmica ideal, reduzindo o consumo de energia necessário para manter a temperatura adequada. Segurança Alimentar: A conformidade com as normas MOCA garante a qualidade e segurança do produto final. Redução de Manutenção: A ausência de conexões CLAMP simplifica a manutenção e minimiza os problemas técnicos potenciais. BOIXAC, SOLUÇÕES DE TROCA DE CALOR Este projeto é um excelente exemplo de inovação aplicada ao setor vinícola, onde o controle preciso das condições de fermentação faz uma diferença significativa na qualidade dos vinhos espumantes produzidos. A implementação de sistemas personalizados e materiais de alta qualidade garante não apenas a melhoria do processo produtivo, mas também maior eficiência e sustentabilidade em toda a cadeia de produção. Contate-nos Soluções de troca de calor para a indústria de alimentos e bebidas Bateria de água Bateria de água frequentemente utilizada para climatizar o ambiente de estufas e fazendas de criação, melhorando o bem-estar animal. Economizador Economizador de energia ou recuperador de calor que permite reaproveitar a energia excedente, por exemplo, das caldeiras de biomassa. Trocador aletado Trocador de calor com tubos aletados, um sistema de controle de temperatura que otimiza a durabilidade, mesmo em ambientes com certos fatores de sujeira.

Economizador para estufas

ECONOMIZADOR PARA ESTUFAS ESTUFAS E FAZENDAS Um economizador para estufas ou fazendas refere-se ao recuperador de calor destinado a melhorar a eficiência em um ambiente onde, entre outros, o desempenho das culturas é otimizado através do controle da temperatura, da umidade ambiente e do CO₂. Dentro da grande variedade de implementações, destacamos três blocos: 1. O primeiro bloco refere-se ao tratamento da água para o crescimento hidropônico de tomates, alfaces, pimentões, morangos, etc. O cultivo hidropônico permite um crescimento mais rápido e vigoroso das plantas graças ao acesso direto aos nutrientes. Esses nutrientes são dissolvidos em uma corrente de água que é distribuída às plantas por meio de canais. Para a correta absorção dos nutrientes, é importante manter a água dentro de certas faixas de temperatura, o que é conseguido graças aos nossos tubos aletados. Esse sistema de troca de calor pode utilizar aletas em espiral ou aletas contínuas seguindo a mesma direção dos tubos, mantendo uma temperatura homogênea e otimizando tanto o crescimento das plantas quanto sua qualidade. 2. O segundo bloco trata do tratamento do ar por meio de dutos superiores, onde a BOIXAC fornece os trocadores de calor aletados que climatizam o ar da estufa ou da fazenda de criação. Esses trocadores podem incluir múltiplos acessórios, como ventiladores, controles de umidade e temperatura. 3. O terceiro bloco refere-se à tecnologia que enriquece o ambiente e, assim, aumenta a atividade fotossintética. Isso é feito através do reaproveitamento da energia excedente dos gases de escape por meio dos recuperadores de calor ECO, AIRY ou GASY. Esses equipamentos de troca térmica são selecionados com base nos fluidos primários e secundários; além disso, os materiais também são escolhidos conforme as necessidades específicas de cada instalação. Soluções sob medida para a otimização energética de estufas e fazendas. Recuperadores de calor para estufas e fazendas Bateria de água Bateria de água frequentemente utilizada para climatizar o ambiente de estufas e fazendas de criação, melhorando o bem-estar animal. Economizador Economizador de energia ou recuperador de calor que permite reaproveitar a energia excedente, por exemplo, das caldeiras de biomassa. Trocador aletado Trocador de calor com tubos aletados, um sistema de controle de temperatura que otimiza a durabilidade, mesmo em ambientes com certos fatores de sujeira.

Permutador de calor

PERMUTADOR DE CALOR PREGUNTAS E RESPOSTAS As informações sobre o trocador de calor fornecidas são estritamente orientativas e não devem ser consideradas como consultoria técnica definitiva. Para garantir uma aplicação correta e segura, é essencial entrar em contato com nosso escritório técnico, onde profissionais qualificados irão orientá-lo de acordo com suas necessidades específicas. A BOIXAC não se responsabiliza por qualquer uso incorreto ou interpretação da informação aqui apresentada. Priorize sempre a segurança e confie em especialistas para qualquer tarefa relacionada aos nossos produtos. O que é um trocador de calor? Um trocador de calor é um dispositivo cuja função é transferir energia térmica de um elemento para outro, resfriando e aquecendo. Estes elementos podem ser gases, líquidos ou sólidos e, dependendo das suas características, com o objetivo de otimizar a eficiência no processo de transferência de calor, a construção dos permutadores de calor pode variar. Para que serve um trocador de calor? Um trocador de calor facilita a transferência de energia térmica, resfriando e aquecendo diversos elementos entre os quais podemos encontrar fluidos, gases e sólidos. Esta função é especialmente útil em processos industriais como secagem, pasteurização, evaporação, refrigeração ou destilação. Da mesma forma, também serve para recuperar energia residual, controlar a temperatura ambiente e resfriar motores. Quais indústrias usam permutadores de calor? O tratamento térmico de trocadores de calor é essencial para muitos dos processos nas indústrias de energia, alimentos, química, açúcar, vidro, automotiva, papel, farmacêutica, secagem de materiais, têxtil, petróleo, gás, metalurgia, data centers e eletrônica. Também encontramos permutadores de calor em outras áreas como agroalimentar e terciário. Como funciona um permutador de calor? Um trocador de calor é caracterizado por possuir duas seções, em cada uma das quais circula um elemento que pode ser fluido, gasoso ou sólido. Essas seções são separadas pela espessura de um tubo ou placa através da qual o calor é transferido de um lado para o outro sem que os fluxos se misturem. Para que a energia térmica seja transferida deve haver um certo diferencial de temperatura entre os fluxos e os materiais selecionados devem ser condutores. É por isso que os permutadores de calor são muitas vezes feitos de cobre, alumínio, aço, aço inoxidável, titânio ou cuproníquel, tanto para maximizar o coeficiente de troca de calor como também para se adaptar às diferentes particularidades que cada elemento possa ter. A seleção da construção do trocador de calor está diretamente relacionada às condições de trabalho.. Qué tipos de trocadores de calor existem? Os trocadores de calor podem ser fabricados seguindo construções muito diversas, dentre as quais destacamos: 1. Trocadores de tubos. Trocador de tubo liso, sem aletas. Trocador de tubos com aletas contínuas. Trocador de tubos com aletas helicoidais. 2. Trocadores de placas. Trocadores de placas pillow. Trocadores de placas de fluxo cruzado. Trocadores de placas removíveis. Trocadores de placas soldadas. 3. Trocadores multitubulares. Trocadores de tubos duplos ou trocadores de tubos concêntricos. Trocadores de tubo e casco. Qual é a eficiência de um trocador de energia? Um trocador de calor é um dispositivo passivo, o que significa que não gera calor ou frio por si só. Um mesmo design pode oferecer diferentes níveis de eficiência dependendo das condições com que o fazemos funcionar. Entre as condições de trabalho encontramos conceitos como tipologia de fluidos, vazões, temperaturas, umidade absoluta ou fatores de incrustação. Uma vez definido o objetivo pelo usuário, por exemplo, atingir uma determinada potência ou uma determinada temperatura na saída do fluido, o escritório técnico tem como objetivo encontrar a construção que otimize a eficiência do trocador de calor. Onde podemos comprar um trocador de calor? Cada instalação possui características próprias e únicas, para otimizar a eficiência de cada instalação os trocadores de calor devem ser projetados e fabricados sob medida. É por isso que recomendamos que você entre em contato com um especialista que possa orientá-lo na seleção e aquisição desses dispositivos. Incentivamos você a visitar nosso site e entrar em contato conosco, nosso escritório técnico altamente especializado em trocadores de calor poderá orientá-lo. Como posso escolher o trocador de energia certo? Para escolher corretamente um trocador de calor, é necessário considerar vários fatores, entre os quais destacamos as temperaturas de entrada e saída dos fluidos, as vazões dos fluidos envolvidos, o tipo de fluidos e suas características (viscosidade, corrosividade, incrustação, etc.), as limitações de acesso, espaço e instalação, além dos requisitos de manutenção e durabilidade. Sua complexidade exige o contato com um especialista, como os da BOIXAC, para orientá-lo e garantir que o projeto seja adequadamente adaptado às suas necessidades. Que manutenção um permutador de calor precisa? A manutenção regular é crucial para garantir um desempenho ideal. Os passos mais comuns incluem: limpeza periódica para remover incrustações e depósitos que reduzem a eficiência, inspeção das juntas e componentes para identificar desgastes ou danos, especialmente em partes críticas, substituição de peças desgastadas para evitar falhas operacionais e testes de pressão para garantir que não haja vazamentos ou enfraquecimento estrutural. A frequência da manutenção dependerá das condições do processo e do uso. O que são incrustações e como elas podem afetar o desempenho? As incrustações são depósitos sólidos que se acumulam nas superfícies do trocador de calor devido a sedimentos, minerais ou outras partículas presentes nos fluidos. Esse fenômeno pode reduzir a transferência de calor, aumentar o consumo de energia e/ou causar um desgaste prematuro do sistema. A prevenção com filtros e limpeza regular é essencial para minimizar esses efeitos. Como posso detectar e prevenir vazamentos em um trocador? Os vazamentos podem ser causados por juntas desgastadas, corrosão ou danos mecânicos. Para evitá-los, recomenda-se realizar inspeções visuais regulares, implementar sensores de pressão ou temperatura para identificar anomalias e usar materiais resistentes à corrosão em sistemas que lidam com fluidos agressivos. Em caso de dúvidas, entre em contato com nosso escritório técnico. Quais são os sinais de mau funcionamento de um trocador de calor? Os sinais mais comuns de mau funcionamento incluem: queda na eficiência térmica (fluidos que não atingem a temperatura desejada), aumento da perda de pressão, vazamentos visíveis … Ler mais

Trocadores de calor para a indústria de energia

INDÚSTRIA DE ENERGIA TROCADORES DE CALOR PARA OTIMIZAÇÃO DE ENERGIA Os trocadores de calor são um produto muito importante na otimização dos processos de transformação de energia, sejam usinas termelétricas, usinas nucleares ou hidrelétricas, entre outras. Vamos nos aprofundar nas singularidades de cada um desses sistemas: 1. Nas usinas termelétricas, os trocadores de calor são usados para transferir o calor gerado por combustíveis fósseis como carvão, petróleo ou gás para um fluido como água superaquecida ou vapor. Esse fluido atinge altas pressões e aciona uma turbina que gera eletricidade. À medida que o fluido aciona a turbina, ele esfria e nós o condensamos usando um novo trocador de calor que chamamos de condensador. Uma vez condensado, usamos o fluido novamente para aquecê-lo com combustão fóssil e gerar energia novamente. Dentro das centrais térmicas podemos encontrar centrais de cogeração que, além de produzir calor, geram eletricidade, bem como centrais de trigeração que, além de produzir calor e eletricidade, geram energia de refrigeração, implicando uma maior eficiência energética e sustentabilidade. 2. Nas usinas nucleares, os trocadores de calor são essenciais para controlar a temperatura do reator por meio de um fluido refrigerante. O fluido refrigerante absorve o calor e o transmite a um gerador de vapor que converterá a energia em eletricidade. Este refrigerante, uma vez resfriado, retornará ao início para reiniciar o processo. Além desse aspecto da operação, os trocadores de calor também são usados como parte preventiva em motores a diesel com o objetivo de controlar uma possível parada elétrica. Existem muitos mais modelos de geração de energia, todos eles com particularidades muito especiais que analisaremos em outros artigos. Além das pinceladas explicativas que fizemos, todos os projetos exigem uma análise criteriosa e uma equipe de profissionais altamente experiente. Se você tiver alguma necessidade, entre em contato conosco, estamos à sua disposição. Recuperação de calor para a indústria de energia Economizador industrial Unidade de recuperação de calor concebida para poupar dinheiro através da reutilização do excesso de calor dos gases de extração de caldeiras, turbinas ou motores de combustão, por exemplo em cogeração. Trocador de fluxo cruzado Trocador de fluxo cruzado, geralmente entre uma corrente de fumaça ou gases de extração e outra de ar, sem misturá-los. Com aberturas para fácil controle, limpeza e manutenção. Permutador de vapor Serpentina tubular para converter vapor saturado ou úmido em vapor seco e superaquecido, normalmente para turbinas a vapor que geram eletricidade. Podem atingir temperaturas de até 950ºC.

Trocador de calor para produzir gelo

TROCADOR DE CALOR PARA PRODUZIR GELO O trocador de calor para produzir gelo é um sistema de refrigeração diferida que permite produzir, acumular e armazenar gelo durante as horas de menor demanda energética, quando os custos energéticos são frequentemente mais baixos. Este sistema de refrigeração inteligente armazena esta fonte de frio para ser utilizada durante as horas de maior demanda energética, quando os custos energéticos são frequentemente mais altos. Este trocador de calor é especialmente interessante para indústrias que requerem sistemas avançados de refrigeração e em países onde as tarifas energéticas podem oscilar, por exemplo, entre o consumo energético diurno e noturno. SISTEMA PARA ACUMULAR FRIO Além da significativa economia de energia operacional do sistema para aacumular frio, também é importante mencionar o custo ajustado de implementação. Alguns processos de produção e grandes sistemas de climatização exigem grandes quantidades de frio. Tradicionalmente, isso implica a necessidade de instalar equipamentos de refrigeração de alta potência com os consequentes custos de aquisição, energia e manutenção. Ao incorporar esses sistemas como uma fonte adicional de refrigeração, conseguimos dimensionar os chillers industriais, torres de refrigeração e dry coolers de forma mais compacta e, assim, além de reduzir os custos energéticos e de manutenção, também conseguimos menores despesas de aquisição. Entre os produtos que podem ser especialmente interessantes para esta aplicação, encontramos: 1. Trocador de calor de placa pillow. 2. Trocador de calor de tubos lisos. 3. Camisa de resfriamento. 4. Produtor de gelo.

Economizador de energia

Economizador industrial: funcionamento, aplicações e critérios de seleção | BOIXAC Guia técnico › Recuperação de energia Economizador industrial: princípio de funcionamento, aplicações e critérios de seleção O economizador é o componente que transforma o calor residual dos gases de escape de uma caldeira numa redução mensurável do consumo de combustível. Este guia analisa o seu funcionamento, as tipologias construtivas, as principais aplicações industriais e os parâmetros técnicos que determinam a sua seleção. BOIXAC Tech SLGuia tècnica industrialLectura: ~9 min Table of contents 1. Definição e função do economizador industrial 2. Princípio de funcionamento numa caldeira industrial 2.1 Fluxo energético e posicionamento 2.2 Fluidos aquecidos: água, vapor e óleo térmico 3. Tipologias construtivas de economizadores 4. Benefícios energéticos e económicos quantificados 5. Principais aplicações industriais 6. Parâmetros de seleção e design Numa caldeira industrial, entre 10% e 20% da energia do combustível queimado perde-se em forma de calor sensível dos gases de escape lançados para a atmosfera. O economizador é o dispositivo que recupera esta energia e a transfere para a água de alimentação da caldeira, reduzindo o consumo de combustível sem modificar o processo principal. 1. Definição e função do economizador industrial Um economizador industrial é um permutador de calor do tipo gás-líquido instalado na saída dos gases de combustão de uma caldeira ou forno industrial. A sua função é transferir a entalpia residual destes gases ao fluido de alimentação da caldeira, pré-aquecendo-o antes de entrar no corpo da caldeira. O termo economizador deriva diretamente da sua função: economizar combustível. Ao pré-aquecer a água de alimentação, reduz-se a energia que a caldeira tem de fornecer para atingir a temperatura de vaporização ou de trabalho. 10–20%Energia perdida nos gases sem economizador3–8%Redução típica do consumo de combustível~1%Poupança por cada 6 °C de aumento na água de alimentação1–3 anosRetorno do investimento típico 2. Princípio de funcionamento numa caldeira industrial 2.1 Fluxo energético e posicionamento Numa caldeira industrial convencional, os gases apresentam temperaturas tipicamente compreendidas entre 200 °C e 450 °C à saída. O economizador instala-se precisamente neste ponto — à saída dos gases da caldeira e antes da chaminé — para extrair a entalpia residual e transferi-la à água de alimentação. Gás entrada200–450 °C→EconomizadorTroca térmica gás → líquido→Gás saída120–200 °C↕Água entrada40–80 °C→Água pré-aquecida130–220 °C para a caldeira Limite inferior: temperatura de orvalho ácido A temperatura dos gases à saída do economizador não pode ser reduzida indefinidamente. Em combustíveis com enxofre, a temperatura mínima é determinada pela temperatura de orvalho ácido (tipicamente 120–150 °C), abaixo da qual o ácido sulfuroso condensado ataca as superfícies metálicas do economizador. Para gás natural puro, este limite desce para aproximadamente 55–65 °C. 2.2 Fluidos aquecidos: água, vapor e óleo térmico Embora a função clássica do economizador seja o pré-aquecimento da água de alimentação, em ambientes industriais o calor recuperado pode ser transferido para outros fluidos de processo: Água de alimentação de caldeiraAplicação clássica. A água é pré-aquecida desde os 40–80 °C do desaerador até aos 130–220 °C, reduzindo a energia que a caldeira tem de fornecer para gerar vapor.Água sobreaquecida a alta pressãoEm circuitos de alta temperatura para processos de aquecimento industrial, o economizador pré-aquece a água de retorno do circuito a alta pressão.Óleo térmicoEm caldeiras de fluido térmico (Therminol, Dowtherm, Marlotherm), o economizador pré-aquece o óleo de retorno do circuito, reduzindo o consumo entre 5% e 12%.Ar de combustão (APH)Em configuração de pré-aquecedor de ar, os gases de escape aquecem o ar de combustão antes do queimador, melhorando a eficiência da combustão e reduzindo as emissões de NOₓ. Economizador industrial para caldeira de vapor. Permutador de calor gás-líquido de tubos e alhetas helicoidais, concebido para operar em fumos de combustão com temperaturas de entrada de 250–420 °C. 3. Tipologias construtivas de economizadores A construção interna do economizador determina o seu comportamento face aos gases de combustão e a sua adequação a cada aplicação. Tipologia principalTubos e alhetas helicoidais Cada tubo tem uma alheta de chapa enrolada em hélice. A geometria helicoidal proporciona maior robustez mecânica e resistência às vibrações induzidas pelas pulsações dos gases de combustão. O passo entre as espiras pode ser ajustado para se adaptar a gases com partículas (cinzas volantes, fuligem). Aplicação preferencial: caldeiras a gás natural, gasóleo, fuel-oil, biomassa e resíduos industriais. Ambientes com gases com partículas em suspensão. Alternativa compactaTubos e alhetas contínuas Chapas planas perfuradas pelas quais os tubos passam perpendicularmente. Permitem uma maior densidade de superfície por unidade de volume, resultando num equipamento mais compacto. Requerem gases sem teor significativo de partículas para evitar a obstrução dos espaços entre alhetas. Aplicação preferencial: caldeiras a gás natural em ambientes limpos ou com filtração prévia dos gases. Instalações onde as restrições dimensionais são críticas. Permutadores gás-líquido BOIXACRecuperadores de calor e economizadores concebidos e fabricados à medida para caldeiras industriais, fornos e processos de combustão. Ver recuperadores de calor → 4. Benefícios energéticos e económicos quantificados A instalação de um economizador bem dimensionado numa caldeira industrial produz melhorias mensuráveis e verificáveis no desempenho global da instalação. ⚡Redução do consumo de combustível A regra prática padrão da indústria estabelece que por cada 6 °C de aumento na temperatura da água de alimentação, o consumo de combustível da caldeira reduz-se aproximadamente 1%. Um economizador que aumente a temperatura em 60 °C pode representar uma poupança de 8–10% do custo de combustível. 🌿Redução das emissões de CO₂ Menor consumo de combustível implica diretamente menos emissões de CO₂ por unidade de energia útil produzida. Em instalações sujeitas ao mercado de licenças de emissão (EU ETS), o economizador é uma das intervenções com melhor relação investimento/tonelada de CO₂ poupada. 🔩Redução do stress térmico da caldeira A água de alimentação pré-aquecida reduz o choque térmico à entrada da caldeira, diminuindo os gradientes de temperatura sobre a chapa e os tubos. Contribui para prolongar a vida útil da caldeira e para reduzir a frequência de intervenções de manutenção preventiva. 💶ROI típico de 1 a 3 anos Em instalações de caldeira industrial com funcionamento contínuo (>4.000 h/ano), o retorno do investimento atinge-se habitualmente entre 12 e 36 meses, dependendo do … Ler mais

Filtros de tratamento de ar

Filtros para o tratamento do ar: classificação ISO 29463 e EN 1822 | BOIXAC Guia técnico › Tratamento do ar Filtros para o tratamento do ar: classificação, eficiência e seleção por aplicação industrial Guia de referência técnica sobre a classificação de filtros de ar segundo ISO 29463 e EN 1822:2009. Dos pré-filtros G ao ULPA U17, com eficiências, penetrações e aplicações por setor industrial, farmacêutico e de sala limpa. BOIXAC Tech SLAtualizado: 2026Leitura: ~7 min Nota sobre o âmbito deste guia A informação desta página tem carácter divulgativo e orientativo. Os dados de eficiência e penetração foram extraídos das normas ISO 29463, EN 1822:2009 e EN 16890 e de fontes do setor (Camfil, ASHRAE). A seleção definitiva do sistema de filtragem para uma instalação específica requer um estudo de engenharia. A BOIXAC não assume qualquer responsabilidade por decisões tomadas exclusivamente com base neste guia. A qualidade do ar interior é um fator crítico para a saúde humana, a integridade do produto e a conformidade regulatória em ambientes industriais e de serviço. Um sistema de filtragem mal especificado não compromete apenas a proteção sanitária: pode aumentar desnecessariamente o consumo energético ou reduzir a vida útil dos equipamentos AVAC. 1. Por que a filtragem do ar é crítica Os humanos respiram aproximadamente 0,7 kg de ar por hora. O ar contém uma mistura de partículas — sal, pólen, fibras, esporos, bactérias — e gases — N₂, O₃, O₂, CO₂, SO₂ — em grande parte invisíveis a olho nu. Embora o aparelho respiratório atue como barreira natural, a sua eficácia decresce drasticamente à medida que as partículas se tornam mais pequenas. 10 µmVias respiratóriasPólen, fibras grossas, poeira visível 2,5 µmChega aos pulmõesPoeira fina, esporos, partículas de combustão 1 µmPode entrar na corrente sanguíneaFumos de diesel, fumos de tabaco, bactérias 0,1 µmPode atravessar a membrana celularNanopartículas, vírus, partículas ultrafinas Dado-chave de saúde pública (Camfil / ASHRAE Handbook) 99,9% das partículas em suspensão no ar têm um diâmetro inferior a 1 µm. Nesta gama encontramos partículas de diesel, fumos de óleo, fumos de tabaco, amianto e bactérias. O seu controlo é especialmente crítico em saúde, indústria alimentar e indústria farmacêutica. 2. Os quatro grupos de filtros: PRE, EPA, HEPA e ULPA PREG1 · G2 · G3 · G4 · M5 · M6 · F7 · F8 · F9Pré-filtros e filtros de média eficiência. Capturam partículas grandes: insetos, fibras, poeira, areia. Protegem os filtros finais e reduzem a sua frequência de substituição. EPAE10 · E11 · E12Filtros de alta eficiência (Efficiency Particulate Air). Eficiências de 85% a 99,5%. Para alimentação, farmacêutica e salas limpas de requisito moderado. HEPAH13 · H14Filtros de alta eficiência (High Efficiency Particulate Air). Eficiências ≥ 99,95%. Padrão em ambientes estéreis, nuclear, eletrónica e farmacêutica avançada. ULPAU15 · U16 · U17Filtros de eficiência ultra-elevada (Ultra Low Penetration Air). Eficiências até 99,999995%. Para laboratórios de alta contenção, nanotecnologia e farmacêutica de máxima exigência. 3. Tabela de classificação completa: EN 1822 / EN 16890 e ISO 29463 Eficiência integral vs. eficiência local A eficiência integral mede a retenção global do filtro. A eficiência local (mais exigente) mede a zona de menor rendimento. Para os grupos HEPA e ULPA a norma EN 1822 exige o cumprimento simultâneo de ambos os valores. As classes G, M e F são caracterizadas pela EN 16890 e ISO 16890 (índice MERV e ePM). Grupo Classe EN 1822 / EN 16890 Classe ISO 29463 Aplicação principal Valor integral Valor local % Efic. % Pen. % Efic. % Pen. PRE G1 — Pré-filtros: insetos, fibras, poeira, areia n/a n/a — — PRE G2 — Pré-filtros: insetos, fibras, poeira, areia n/a n/a — — PRE G3 — Pré-filtros: insetos, fibras, poeira, areia n/a n/a — — PRE G4 — Pré-filtros: insetos, fibras, poeira, areia n/a n/a — — — M5 — Oficinas, fábricas, armazéns n/a n/a — — — M6 — Escritórios, armazéns, pré-filtros E10/E11 n/a n/a — — — F7 — Centros de dados, hospitais, pré-filtros H12–H14 n/a n/a — — — F8 — Centros de dados, hospitais, pré-filtros H12–H14 n/a n/a — — — F9 — Centros de dados, hospitais, pré-filtros H12–H14 n/a n/a — — EPA E10 — Alimentação, farmacêutica 85% 15% — — EPA E11 ISO 15/20 E Alimentação, farmacêutica 95% 5% — — EPA E12 ISO 25/30 E Alimentação, salas limpas 99,5% 0,5% — — HEPA H13 ISO 35/40 H Nuclear, ambientes estéreis, farmacêutica 99,95% 0,05% 99,75% 0,25% HEPA H14 ISO 45 H/50 U Eletrónica, farmacêutica avançada 99,995% 0,005% 99,975% 0,025% ULPA U15 ISO 55/60 U Eletrónica, farmacêutica 99,9995% 0,0005% 99,9975% 0,0025% ULPA U16 ISO 55/60 U Eletrónica, farmacêutica 99,99995% 0,00005% 99,99975% 0,00025% ULPA U17 ISO 75 U Laboratórios, farmacêutica de alta contenção 99,999995% 0,000005% 99,9999% 0,0001% 4. Perda de carga e custo energético: o fator decisivo Um filtro de ar gera uma perda de carga que o ventilador do sistema AVAC ou UTA tem de vencer. Esta perda aumenta com o grau de filtragem e cresce progressivamente à medida que o filtro acumula partículas retidas. Impacto energético — consideração crítica de conceção Um filtro H13/H14 mal especificado pode multiplicar significativamente o consumo elétrico. Em instalações de grande caudal, otimizar a cadeia de filtragem com pré-filtros eficientes pode reduzir o custo energético entre 20% e 40%. Eficácia vs. eficiência energética: A eficácia mede as partículas captadas. A eficiência energética mede quantas por unidade de energia consumida. Ambos os parâmetros devem constar da especificação do sistema. Resistência inicial e final: A resistência no fim de vida determina a frequência de substituição. Um filtro sobrecarregado aumenta o consumo e pode comprometer a integridade estrutural do filtro. Custo total de propriedade (TCO): Um filtro de maior qualidade pode ter menor TCO se a sua vida útil for significativamente superior. Sistemas em cascata: A combinação G4/F7 + filtro final H13/H14 prolonga a vida útil do HEPA e reduz consideravelmente o custo de substituição. 5. Aplicação por setor industrial Indústria alimentar e bebidas: F7/F8 pré-filtros + E10/E11 filtros finais em produção. E12 ou H13 para embalagem assética. Farmacêutica e biotecnologia: H13/H14 em GMP … Ler mais

Recuperação de calor industrial

RECUPERAÇÃO DE CALOR INDUSTRIAL A ENERGIA MAIS VERDE E SUSTENTÁVEL Na BOIXAC tivemos a honra de ser convidados e participar do podcast Con G de Geo, que visa aproximar a engenharia do desenvolvimento pela sustentabilidade; energias renováveis, otimização energética e uso eficiente dos recursos. Você encontrará a transcrição com nossa contribuição abaixo e encorajamos você a nos ouvir através do link a seguir. “Em dezembro de 2019, foi aprovado o que conhecemos como European Green Deal, que visa alcançar a neutralidade climática até 2050. Para isso, foi feita uma escala com as diferentes ações a serem realizadas e, uma das etapas em que vai parar e vamos analisar se fizemos nosso dever, é em 2030. Além de incluir aspectos como a recuperação da biodiversidade, a melhoria do bem-estar animal ou a promoção do manejo florestal sustentável, há três aspectos que influenciam diretamente no campo da energia: – Estabelecer uma quota mínima de energias renováveis de 40%. – Melhorar a eficiência energética em 36-39%. – Reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 55%. Todos estes aspectos são importantes para encontrar uma solução para a emergência climática mas, na BOIXAC, entendemos que se a população mundial continuar a aumentar, por exemplo, só em Espanha se espera um aumento de 2% nos próximos 15 anos, além da uso de energias renováveis, a sustentabilidade passa pela mudança de consumo e pela otimização de recursos. Neste sentido, considerando que a indústria espanhola consome cerca de 31% do total de energia, a sua modernização e otimização é uma das chaves do nosso futuro. Quando percorremos a rodovia, vemos fábricas que precisam de energia para seus processos, seja por exemplo para aquecer águas residuais e assim facilitar a digestão biológica de lodo, secaderos de cimento para sua correta conservação, aumento de CO2 em caldeiras para aumentar a taxa de fotossíntese, alimentos como chocolate para modelagem, etc. Todos os processos que precisam aquecer ou resfriar requerem energia, e a energia mantém um equilíbrio. Na verdade, o calor é a transferência de energia de uma área de alta temperatura para outra área de temperatura mais baixa. Se, por exemplo, observarmos o que acontece em nossas casas quando ligamos o ar condicionado, veremos esse equilíbrio. Enquanto a unidade interna sopra ar frio, a unidade externa sopra o excesso de calor. A partir deste balanço energético, vemos que é necessária uma certa renovação do ar interior para manter a sua qualidade. Para essa renovação pegamos o ar externo e o resfriamos ou aquecemos dependendo de cada necessidade. Ao mesmo tempo que introduzimos o novo ar, devemos expelir o excesso de ar do interior para que o novo caiba e é aí que entramos com a recuperação de calor. Se dermos um salto das nossas casas para a indústria e imaginarmos, por exemplo, que o ar exterior está a 20ºC e queremos aquecê-lo para que atinja os 80ºC no interior, por exemplo, num secador onde precisamos de extrair humidade. Aqui aparentemente precisamos de equipamentos capazes de aumentar a temperatura do ar em 60ºC, de 20 a 80ºC. No entanto, existe outra opção mais inteligente, mais barata e mais sustentável. Quando retiramos este ar do exterior a 20ºC e queremos aquecê-lo para introduzi-lo numa sala, será expelido o mesmo fluxo de ar que estava no interior a 80ºC. Por meio de um sistema de recuperação de calor, fazemos com que esses dois fluxos de ar se cruzem sem se misturar através de um sistema conhecido como fluxo cruzado. Não misturamos esses fluxos para manter a qualidade do ar previamente filtrado, mas extraímos o calor do fluxo de ar de saída e o transferimos para o fluxo de ar de entrada. Com este sistema alcançamos dois objetivos; 1. O ar frio que estamos introduzindo aumentará de temperatura, para que os equipamentos que usamos para aquecê-lo, muitas vezes caldeiras, possam trabalhar mais relaxados, consumindo menos energia e, portanto, economizando e sendo mais sustentáveis. 2. O ar quente que estamos expelindo diminuirá notavelmente sua temperatura, aproximando-se da temperatura ambiente e, consequentemente, seremos ainda mais sustentáveis. A tecnologia dos recuperadores de calor pode mudar dependendo da aplicação e do fabricante, mas, como vimos, baseia-se no aperfeiçoamento dos filtros para oferecer a qualidade do ar correta e dos ventiladores para obter a circulação do ar com o menor consumo de eletricidade e os recuperadores de energia que são o coração que permitem a magia da troca de calor. Aqui você pode adicionar outros valores agregados, como controle ou isolamento. No nosso caso particular, da BOIXAC, somos especialistas em trocadores de calor industriais e, assim como é importante trabalhar para aprimorar as técnicas de ventilação e filtragem, os trocadores também avançam para oferecer soluções resistentes a ambientes corrosivos, altas pressões e temperaturas. até 950ºC, com tubos achatados para reduzir as perdas de pressão e construções compactas que atualmente atingem níveis de eficiência superiores a 80%. No campo industrial, as aplicações possuem muitas singularidades como fluidos, viscosidades, pressões, temperaturas, materiais, coeficientes de incrustação, etc. É por isso que cada projeto é estudado detalhadamente para otimizar sua construção e, assim, atingir os objetivos de eficiência energética, sustentabilidade e economia necessários para o progresso industrial.”